13 outubro 2010
LEI DO TREINADOR DE FUTEBOL
LEI Nº 8.650, DE 22 DE ABRIL DE 1993
Dispõe sobre as relações de trabalho do Treinador Profissional de Futebol e
dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional
decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º A associação desportiva ou clube de futebol é considerado empregador
quando, mediante qualquer modalidade de remuneração, utiliza os serviços de
Treinador Profissional de Futebol, na forma definida nesta lei.
Art. 2º O Treinador Profissional de Futebol é considerado empregado quando
especificamente contratado por clube de futebol ou associação desportiva, com a
finalidade de treinar atletas de futebol profissional ou amador, ministrando-lhes
técnicas e regras de futebol, com o objetivo de assegurar-lhes conhecimentos táticos e
técnicos suficientes para a prática desse esporte.
Art. 3º O exercício da profissão de Treinador Profissional de Futebol ficará assegurado
preferencialmente:
I - aos portadores de diploma expedido por Escolas de Educação Física ou entidades
análogas, reconhecidas na forma da lei;
II - aos profissionais que, até a data do início da vigência desta lei, hajam,
comprovadamente, exercido cargos ou funções de treinador de futebol por prazo não
inferior a seis meses, como empregado ou autônomo, em clubes ou associações
filiadas às Ligas ou Federações, em todo o território nacional.
Art. 4º São direitos do Treinador Profissional de Futebol:
I - ampla e total liberdade na orientação técnica e tática da equipe de futebol;
II - apoio e assistência moral e material assegurada pelo empregador, para que possa
bem desempenhar suas atividades;
III - exigir do empregador o cumprimento das determinações dos órgãos desportivos
atinentes ao futebol profissional.
Art. 5º São deveres do Treinador Profissional de Futebol:
I - zelar pela disciplina dos atletas sob sua orientação, acatando e fazendo acatar as
determinações dos órgãos técnicos do empregador;
II - manter o sigilo profissional.
Art. 6º Na anotação do contrato de trabalho na Carteira Profissional deverá,
obrigatoriamente, constar:
I - o prazo de vigência, em nenhuma hipótese, poderá ser superior a dois anos;
II - o salário, as gratificações, os prêmios, as bonificações, o valor das luvas, caso
ajustadas, bem como a forma, tempo e lugar de pagamento.
Parágrafo único. O contrato de trabalho será registrado, no prazo improrrogável de dez
dias, no Conselho Regional de Desportos e na Federação ou Liga à qual o clube ou
associação for filiado.
Art. 7º Aplicam-se ao Treinador Profissional de Futebol as legislações do trabalho e da
previdência social, ressalvadas as incompatibilidades com as disposições desta lei.
Art. 8º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 9º Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 22 de abril de 1993; 172º da Independência e 105º da República.
12 setembro 2010
13 agosto 2010
O AQUECIMENTO
No geral o aquecimento normalmente tem uma duração entre vinte e cinco a trinta minutos, e tem como objectivos (1) preparar o Vosso organismo para o esforço intenso (2) Preparação psicológica para o treino ou jogo (3) evitar lesões.
O aquecimento deve ser sempre progressivo isto é deve ir aumentando de intensidade até se chegar a um nível próximo da competição.
Ora bem o Vosso aquecimento deve seguir as mesmas regras embora o tempo de execução seja quase sempre menor, por isso devem-se preparar psicologicamente para entrar no jogo, deve abranger todos os grupos musculares principalmente aquele que irão ser mais solicitados deve ser progressivo começar mais lento e terminar próximo ao ritmo jogo.
Por isso na próxima vez que tenham de ser Vocês a aquecer não facilitem, levem esse mesmo aquecimento muito a sério pois alem de precaver as lesões, também e se bem executado irá fazer com que entrem em campo mais preparados, mais próximos do ritmo do jogo, e será mais fácil para Vocês conseguirem cumprir o que Vos pediu o treinador, ao contrario se a realização desse aquecimento for feito na “ balda “ alem de poderem-se lesionar, vai ser muito difícil entrarem em campo e adaptarem-se ao jogo e depois acabam por não realizar uma boa prestação e o mais certo é no próximo jogo voltarem ao tão indesejado “ Banco”.
E atenção os treinadores observam como vocês estão a aquecer e muitas vezes acabam por não Vós colocardes em campo porque não estão a demonstrar grande motivação para entrar.
Também Vos aconselho a falarem com os Vossos treinadores para eles Vos ensinarem a aquecer quando saem do banco.
Resumindo:
Aquecer bem ajuda a não terem lesões.
Melhora o Vosso desempenho.
Quando sais do banco para ires aquecer devem demonstrar ao treinador que estão motivados para entrar, efectuando um aquecimento dinâmico.
Abraços : Nuno Naré
Fonte: Inserido Wednesday 08 August 2007 08:18
http://nunonare.bloguedesporto.com/765/o-Aquecimento/
12 agosto 2010
ATRIBUTOS DE UM BOM TREINADOR DE FUTEBOL
* Disciplina
* Equilibrio Emocional
* Capacidade de Observação do conjunto
* Conhecimento Técnicos e Táticos
* Organizar e Coordenar os Trabalhos da Comissão Tecnica
* Ser Generalista e Detalhista
* Liderança e habilidade no Relacionamento Humano
* Seriedade
* Sensibilidade e Facilidade de comunicação para Transmitir sua Idéias
* Motivação e Persuação
* Ser Prático, Intuitivo e Científico
* Ter Paciência para Ensinar
Fonte: Paulo Henrique Azevêdo - pha@unb.br
http://vsites.unb.br/fef/downloads/paulo-henrique/treinador_e_treinamento_futebol.pdf
TREINAMENTO FUNCIONAL - UMA REVOLUÇÃO NA PREPARAÇÃO DESPORTIVA.
Cada vez mais pessoas que praticam esporte, independentemente do nível em que praticam, buscam métodos de se condicionar para suportar as demandas tanto físicas quanto energéticas de suas modalidades, para isto muitas vezes estas pessoas realizam paralelamente ao esporte escolhido um treinamento que busca aumentar valências físicas como força, potência, velocidade e flexibilidade. Porém, na maioria das vezes este treinamento envolve padrões de movimentos e sistemas energéticos que em nada se assemelham aos utilizados no esporte praticado, pode-se citar como exemplo um jogador de tênis que realiza um exercício de rosca bíceps no aparelho com objetivo de melhorar a potencia de seus golpes em uma partida. É certo que o músculo bíceps braquial é muito ativado durante qualquer golpe do tênis e que fortalecê-lo no exercício rosca bíceps no aparelho com certeza trará algum resultado, porém, no aparelho por ser uniarticular estimula o referido músculo em um único sentido e sem a ativação de antagonistas, cinergistas e estabilizadores que são tão importantes ao movimento quanto o músculo principal, muito diferente que ocorre durante um golpe qualquer no tênis em que o braço precisa se mover em diferentes eixos de movimentos e utilizando para isto uma gama de diferentes músculos exercendo diferentes funções em momentos distintos do movimento, ora o músculo bíceps braquial pode ser agonista (principal) em um dado momento em outro momento do movimento este mesmo músculo pode passar a ser antagonista ou até estabilizador.
Vendo desta forma pode até parecer perigoso fortalecer demasiadamente o bíceps braquial se os outros músculos que devem atuar em harmonia com ele durante um movimento desportivo qualquer também não o forem, pois se o bíceps se tornar mais eficiente os outros músculos também devem ser para poder estabilizar e parar o movimento na hora correta, se isto não ocorrer haverá um grande desequilíbrio nas forças geradas durante o movimento e parece óbvio que o risco de uma lesão aumenta muito. É neste contexto que emerge o treinamento funcional ou treinamento funcional resistido que em suma consiste em reproduzir de forma mais eficiente possível os gestos motores e/ou os sistemas energéticos específicos não só do esporte praticado como também da vida diária, causando adaptações que serão muito próximas das que o organismo precisará durante a prática do esporte, isto confere a este tipo de treinamento um caráter aparentemente não ortodoxo que trabalha o corpo de forma integrada desenvolvendo além das valências físicas envolvidas na atividade também componentes neurológicos como equilíbrio e própriocepção que são importantíssimos na vida humana de forma geral não só no meio esportivo. Este treinamento tem sua base científica no princípio do treinamento esportivo conhecido como princípio da especificidade, este princípio diz que as adaptações, tanto energéticas quanto motoras, são específicas ao esporte praticado, por exemplo, ser um bom ciclista não quer dizer que será um bom corredor, pois as adaptações motoras e fisiológicas necessárias para um bom desempenho em uma prova de ciclismo são diferentes das necessárias a uma prova de corrida então não se pode treinar uma pessoa para realizar uma prova de ciclismo pondo o mesmo pra treinar um uma pista de corrida. Não podemos nos esquecer do grande suporte que este tipo de treinamento oferece como uma forma bastante eficaz de se proteger as articulações e músculos envolvidos com o esporte, pois sabemos que o treinamento funcional é usado para prevenir futuras lesões esportivas, tanto que hoje os grandes times de futebol, trabalham com esta forma de treinamento com este objetivo, conseguindo com isso resultados muito efetivos.
Um bom profissional, antes de montar um treinamento, deve buscar conhecer as demandas energéticas e os gestos motores envolvidos no esporte em questão e incluir no programa de treinamento, além dos exercícios convencionais nos aparelhos uma boa parte de exercícios funcionais que vão proporcionar ao praticante adaptações tanto fisiológicas como neurológicas que vão proporcionar ao indivíduo que realiza este tipo de treinamento muito mais eficiência e segurança durante a prática do esporte, sem mencionar que os exercícios funcionais por se aproximarem muito da prática tornam o treinamento muito mais dinâmico, prazeroso e menos monótono para quem o realiza.
Fonte:http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/1794537-treinamento-funcional/
12 junho 2010
A TÁTICA, O COLETIVO E O JOSÉ MOURINHO: UMA QUESTÃO DE (O) PORTUGUÊS
Nas teorias do treinamento desportivo, um dos princípios mais discutidos e pontuados é o da SOBRECARGA. Ele rege que para o organismo (integral) do atleta continuar se desenvolvendo e fazendo evoluir sua performance, é necessário que haja um “agente estressor” que possa gerar esse desenvolvimento.
Esse “agente estressor” no caso do atleta é o treinamento desportivo. Para conseguir o “estresse” que vai provocar uma REAÇÃO do organismo (para o seu desenvolvimento) é necessária uma carga de magnitude superior àquela que ele está “acostumado”; uma SOBRECARGA.
Pois bem. Uma questão que tem intrigado e rondado a cabeça de cientistas do desporto, treinadores e amantes do futebol é a que diz respeito à importância do “Coletivo” nos treinamentos de uma equipe de futebol.
Quando pensamos em “Coletivo” imaginamos um jogo (reservas e titulares, titulares e equipe B, etc. e tal) próximo ao jogo competitivo formal, com o objetivo de preparar ou observar uma equipe para uma partida oficial de campeonato. O fato, é que temos hoje treinadores em evidência na mídia defendendo o menor número possível de coletivos; priorizando jogos reduzidos e treinamentos técnico-táticos.
Na “contramão” temos José Mourinho (vitorioso técnico do Chelsea) e um grupo crescente de Estudiosos e Cientistas do Desporto que defendem a idéia de que se deve treinar o jogo, jogando (só se consegue andar de bicicleta melhor, andando de bicicleta; só se aprende a dançar melhor, dançando; só se consegue jogar melhor, jogando).
Nessa perspectiva, não a nada mais real para criar situações que se assemelhem ao jogo do que o tal “Coletivo”.
Mas e o treino técnico-tático ou os jogos reduzidos?
Temos aí um problema a se resolver. Um corredor treina corridas para melhorar sua performance. Não corre, porém sempre na mesma velocidade, na mesma distância. Corre em velocidades próximas aquelas de sua competição, às vezes menores, às vezes maiores; o que é verdadeiro (ou deveria ser) também para as distâncias percorridas. Em outras palavras ele tem no seu treinamento uma alteração de cargas que exigem do seu organismo (integral) respostas que permitem seu desenvolvimento (SOBRECARGA).
Talvez seja fácil pensar em sobrecarga imaginando adaptações físicas. Mas como imaginarmos uma sobrecarga técnico-tática, ou melhor, uma sobrecarga “técnico-tática-fisico-mental”? Como abstrairmos a idéia de um “agente estressor” que provoque respostas integrais e integradas no jogador de futebol, que o permita se desenvolver, aumentando sua performance de jogo?
Certamente nos jogos em campo reduzido o volume de passes, finalizações, desarmes, coberturas, marcações duplas (e as mais diversas e inusitadas situações-problema de jogo) ocorrem em maior escala. Em outras palavras, no campo reduzido a sobrecarga parece maior. Ao se manipular as regras do jogo nesses treinamentos, é possível ainda priorizar esse ou aquele princípio do jogo, amplificando ainda mais a sobrecarga para determinada variável.
Ocorre, porém, que ao mesmo tempo em que se exige mais de determinadas variáveis, corre-se o risco de “desprestigiar” outras. Por isso, a condução de um treinamento com prevalência de um objetivo tático precisa ter regras bem ajustadas, para que ao se buscar de forma específica a sobrecarga do jogo não ocorra um indesejável distanciamento do próprio jogo.
Por outro lado, os coletivos são “exercícios” que se aproximam do jogo e que podem trazer situações-problema altamente especializadas. Talvez a carga do coletivo não seja a SOBRECARGA desejada para o desenvolvimento integral do atleta em sua preparação para o jogo, mas é inegável que ele exige o que mais próximo de um jogo um exercício pode exigir.
No entanto, mesmo o coletivo por si só pode não representar as exigências que proporcionem o desenvolvimento da equipe. Se uma equipe joga no 4-4-2 em linha e no coletivo enfrenta invariavelmente um 4-4-2 em losango, estará ela exercitando situações-problema restritas às possibilidades desse confronto. Então, mesmo no coletivo, deve-se buscar um maior número de situações que permitam a equipe uma melhor compreensão sobre o jogo.
Certamente, se fossem os coletivos a solução para a preparação de uma equipe, talvez melhor fosse buscar algo mais específico ainda: ao invés de treinar para o jogo através do coletivo, dever-se-ia treinar para o jogo jogando sempre formalmente de forma competitiva (por exemplo participando de competições paralelas de menor expressão ou fazendo amistosos contra equipes de nível).
Então, a melhor solução é quebrarmos paradigmas (como tem feito o português José Mourinho). Os jogos em campo reduzido, os jogos adaptados, os treinamentos de ataque contra defesa ou os “Coletivos” devem ser etapas de um processo que se completa jogando o jogo. O coletivo não deve ser entendido como um jogo sem pretensões de melhora tática. É óbvio, mas ainda se alardeia que treino tático é uma coisa, treino técnico é outra e coletivo... (Então um coletivo onde há uma regra que diz que a equipe de posse da bola, ao ultrapassar a linha do meio-campo, tenha 4 segundos para ter todos os jogadores (exceto o goleiro) posicionados dessa linha para frente, deixa de ser coletivo porque tem uma regra que taticamente “exige” rápida compactação?).
Da mesma forma, um jogo usando metade do campo, trabalhando ataque contra defesa deixa de ser jogo “coletivo” porque é chamado de treino tático?
Certa vez um técnico do Corinthians viu seu time sofrer um gol do Santos logo após ter um de seus jogadores expulsos. Após o jogo disse que sua equipe sofrera o gol porque não houve tempo hábil para orientá-la para aquela situação (de um jogador a menos em dada posição). Qual a relação disso com o texto acima? Certamente os jogadores, condicionados à tutela do comando técnico, não foram capazes de, naquela situação-problema, resolver, a partir de rápida leitura do jogo, àquela nova exigência tática.
Então vos pergunto, caros amigos: o que faltou para o rápido re-arranjo tático da equipe? Mais “coletivos” ou mais “treinamentos táticos”?
FONTE: Rodrigo Azevedo Leitão/www.universidadedofutebol.com.br
TREINAMENTO DE PERIODIZAÇÃO E PLANIFICAÇÃO
Periodização do treinamento desportivo e de planejamento como uma área especializada do presente, por sua vez, Educação Física, são consolidadas em um suporte de vida, um ensinamento e um terceiro afetivo-motivacionais. O apoio afetivo-motivacionais não é outro senão o mesmo assunto predisposição para o esforço em prol da realização desportiva. Sua vontade de fazer, e da motivação que o núcleo social em que você acorda e continua tocando. A base pedagógica, torna-se a pessoa do treinador, professor ou treinador desportivo que, literalmente, desenvolvido e fortalecido ao homo-Sportivus. O suporte de vida, o ciclo de vida mais sumariamente, está para nascer, crescer, reproduzir e morrer. As fases da vida estabelecer periodicidade de formação são o crescimento e reprodução que corresponde a juventude e vida adulta. O MHz é considerada a maior unidade de trabalho e design na Sport Periodização compreende estas fases da vida ", Sportivus hummus (Cagigal). O MHz chamado de período de tempo tão grande quanto necessário para que o atleta passar por suas fases de iniciação, formação, consolidação e liderança em esporte.
Aqueles que conhecem o comportamento dos processos de adaptação biológica, e para o desenvolvimento do processo agonístico saber pedagógico como interpretar o somatório temporal dessas fases pode em nenhum caso inferior a 80-10 anos de cobertura. O padrão de cardeais da treinabilidade dos direitos humanos é a Síndrome de Adaptação Geral, o homem é treinável, pois tem resistência. Adaptar-se a uma ampla gama de funções homeostáticas é metodologicamente na boa administração das cargas, tendo em conta as leis da Arnoldt Schultz: Optimal trem de estímulos, incentivos insuficientes não causam efeitos e sobresolicitan estímulo excessivo ou causar fadiga crônica ou aguda.
Se a adaptação biológica é procurado ao longo dos anos no corpo de um atleta, ele deve ser planejado, em que é um mega (MHz), tendo em conta que tal planejamento deve ser simples, sugestivo e sensíveis (Tudor Bompa) e que o plano modificado não é indicativo de fraqueza do treinador, mas ao contrário, que é capaz de observar, analisar e resolver criativamente um problema (NG Ozoliņa).
O layout MHz devem cumprir os seguintes objectivos:
• Formação e desenvolvimento do organismo.
• Exercícios de aprendizagem geral e especial.
• Técnicas de Aprendizagem.
• desenvolvimento gradual de qualidades físicas.
• garantir o grau de coordenação em situações de "stress".
• Educar a moral e volitiva.
• Taxa desportivo do indivíduo.
• Formação em conhecimentos sobre higiene, medicina e nutrição.
• Desenvolver a capacidade de controle e equilíbrio emocional.
• maturidade Target, que envolve a tomada de decisões em situações limitadas.
A idade do ponto de partida para a concepção de MHz, muitas vezes mudanças inesperadas, tanto quanto o talento, deve falhar nunca. Há exemplos de ouro olímpico em treze anos de idade, uma medalha de ouro no tiro com 65 anos e uma de prata aos 73 anos.
Fatores a considerar são:
• Média anos de formação regular, estudou campeões.
• Idade em que normalmente atingem o rendimento máximo.
• Grau de talento e nível de formação.
• Idade com que a formação começa ultraespecializado.
O ambiente do grupo desportivo também influencia a disponibilidade biológica, dado que vivem em um ambiente positivo que ajuda a excitabilidade neuropsicológica é o melhor pré-competitivo e evitar o nervosismo extremo ou apatia saída frequentemente caracterizada a situação de cada isolado muita responsabilidade. Esse clima de excitação positiva, foi encontrado na Vila Pan-americana Chapadmalal na equipe da Argentina nos últimos XII Jogos Pan-americanos, Mar del Plata 95.
Por último, e os planos em termos de designs menores de formação, como são os macrociclos, mesociclos e microciclos devem ser tidos em conta factores que fazer ou modificar o cumprimento do plano, do desempenho acadêmico do aluno atleta, o ambiente familiar e as questões sociais a partir da infra-estrutura esportiva do estádio onde treina para o transporte de remessas que foi utilizada no pré e pós-competitivo, uma vez que sua relação com a equipe técnica até os seus conhecimentos de regulamentação, jornalismo público, situações adversas, etc ..
O ser humano, e ele é o atleta, se sente mais seguro e confortável em situações familiares e locais, e só conhecer o lugar e as circunstâncias em que é, garantias e acelera o processo de adaptação, e permite total precisão de dosagem cargas e processos de recuperação em treinamento e competição.
Continuidade do processo FORMAÇÃO
Há três aspectos que caracterizam essa continuidade saber.
1 ° O processo de formação ocorre durante todo o ano e por muitos anos em uma fila, que determina que as estruturas mega muitas vezes tomam o nome de MHz, ou Pluriciclos ciclo plurianual.
2 ° A influência de cada treino "mais longe" se materializa com base em traços de "back", portanto, a relação intrínseca que tem o dinâmico e contínuo de adaptação biológica, ace que o planejamento é concebido a partir do MHz para o sessão de treino e não o inverso.
Intervalos de 3 ° ciclos de repouso e recuperação são interdependentes uns com os outros e pode capitalizar sobre os esforços envidados pelo fenômeno de compensação, cuja realização deverá ser planejada e parte da mega.
Em resumo, podemos indicar, parafraseando LPMatveev que as mudanças positivas e do corpo de um bioquímico, fisiológico e morfológico condicionados pela formação, estão em final de elevação da capacidade de trabalho. Intervalos de descanso deve ser preferencialmente freqüente, enfim, que esporádica e prolongada, mas eles devem ser parte do período de transição chamado.
A aptidão dos esportes
A forma desportiva "é o estado de prontidão para alcançar ótimo realizações atléticas. É um fenómeno multifacetado, caracterizado pelas seguintes características: Fisiologicamente, o atleta é capaz de executar o trabalho a um nível funcional tão alto que não é acessível em outras épocas do ciclo. O custo energético é reduzido e otimizado, graças ao alto grau de coordenação. A dinâmica adaptativa é mais rápido, mais perfeito e, portanto, a atividade motora mais eficaz e mais eficiente. Execução mais eficiente do trabalho, torna acelerar o processo de recuperação e facilitar os mecanismos de recuperação. Psicologicamente, também opera mudanças significativas, destacando a melhoria da percepção especializada. Aumento manifestações criativas do pensamento tático. Aumenta o tom de esforços volitivos, suportando mais a tensão em si e, portanto, o nível de demanda. agonísticas predisposição emocional é maior, aumentando o controle eo equilíbrio emocional. Ele é considerado o período de intrepideces mais audaciosa, com base na segurança das suas forças próprias, para a concretização do "sucesso".
A coroa de éter
É o ciclo que abrange um período de 4-6 meses a um ano, e sua característica fundamental é como uma estrutura que consiste em três etapas e jogo pedagógico biológica. Eles são, nas fases biológicas de um esporte, e nos períodos de formação pedagógica. As fases são: aquisição, manutenção e perda. Períodos: preparatório, competitivo e de transição.
Como nas fases do modo esportivo afetar os fenômenos de adaptação para aumentar as possibilidades funcionais de cada qualidade física, a aquisição de fitness depende do tempo que leva uma hipertrofia de qualidade, o que torna a adaptação biológica por, determine a duração das fases e, portanto, o tamanho e localização no calendário competitivo, os períodos de treinamento. Na fase de aquisição do período preparatório correspondente gerais e especiais período preparatório. Na fase de manutenção, é o período competitivo ou campeonato em si. E a fase de perda, o período de transição.
Este último deve, portanto, dependendo da magnitude absoluta dos encargos, tarde ou no início do macrociclo, a auto-preservação e sobrevivência, que se o plano não dá descanso para o atleta, os mecanismos e os sinais de alerta do organismo, provoca uma detenção no trabalho (se a doença, acidente ou se apatia), em seguida, provocar os mesmos encargos, conforme determinado realizações tornam-se determinantes do excesso de treinamento e suas conseqüências: fadiga crônica e exaustão.
O mesociclo
Isso é uma estrutura de suporte, que como seu nome implica que integra o macrociclo e, por sua vez é formado por microciclos. Como sua característica fundamental, que sempre termina em um microciclo de supercompensação. É possível desenhar com base em seus objetivos ou numéricos, e essencialmente, dentro dela, a dinâmica das acusações levantadas em um jogo incessante onde você deve notar que, com um aumento na carga orgânica / fisiológica, há uma diminuição exigência técnica da coordenadora e vice-versa. A soma numérica de estímulos no mesociclo mu permite facilmente ver quando e onde eles estão com tarefas especiais são chamados de pontos fracos e fortes dos atletas.
O microciclo
É a estrutura pequena, que duram entre 3-4 dias a 10-15 dias, mas, tradicionalmente, a organização acadêmica e trabalho de pessoas, sempre satura a duração de uma semana. A qualidade ea quantidade de conteúdo que é constituído, dar-lhe a sua tendência, tendo tomado o nome de "ordinária", "choque", "Abordagem" supercompensação "," pré-competitivo, a "concorrência" etc
Sua dinâmica ou de forma intercalada na mesoestrutura é condicionada pelos seguintes fatores:
• condições climáticas
• programação da Concorrência
• fases da forma desportiva
• nível de educação geral e especial
• natureza contínua do processo de formação
• densidade dos estímulos (recuperação de carga)
• escalada das taxas
• variação das taxas ondulante
• a natureza cíclica e de treinamento e biofeedback.
REUNIÃO
É a menor estrutura e essência do trabalho para treinar, mas mesmo sendo a menor parte é dividida em iniciantes, Home e End ou conclusivos. A primeira parte inclui a petição de objectivos gerais e específicos a cada um dos membros do campus, a mobilidade eo aquecimento global propriamente dito. A parte principal é ordenada de acordo com os casos prioritários, motor-coordenadora de conteúdo fisiológica ou orgânica, na dependência de uma programação coerente e integração dos microciclos. A conclusão, finalmente, deve garantir o trabalho regenerativo, o trabalho de alongamento e recuperação de mídia, tais como sauna, massagem, hidromassagem, etc.
Para citar este artigo: Alarcón, Norberto. Periodização e Planejamento de treinamento atlético. Síntese bibliográfica. O Standard Journal. 19/03/2000. Pid: 95.
fonte:www.marciofariacorrea.com
Bibliográfica síntese - Norberto Alarcón1.
11 junho 2010
EMAGRECIMENTOS: MITOS E VERDADES
Um indivíduo em repouso gasta energia (calorias) para manter suas atividades vitais: respiração, metabolismo celular, circulação, atividade glandular e manutenção de temperatura corpórea. Quando isso acontece interfere no metabolismo basal ou taxa metabólica basal (TMB). Como o metabolismo age no organismo é fácil entender, mas
de que forma que ele interfere no ganho de peso muitas pessoas ainda têm muitas dúvidas. E para tentar esclarecer o que é mito nessa história segue abaixo algumas das perguntas mais freqüentes.
Peso X Metabolismo
Mito: Não Emagreço porque meu
metabolismo é lento.
Verdade: Metabolismo é um conjunto de reações fisiológicas responsáveis pelo funcionamento do nosso corpo como respiração, circulação, manutenção da temperatura do corpo e reações químicas celulares. Para que tudo isso funcione o organismo gasta calorias que pode variar de indivíduo para indivíduo, mas normalmente não é causa de ganho de peso, a não ser que exista alguma doença como o hipotireoidismo.
Exercício X Metabolismo
Mito: Vou à academia diariamente, mas meu metabolismo não reage.Verdade: A atividade física aeróbica leva a um gasto calórico importante durante sua execução, ou seja, ajuda a queimar calorias, porém, a atividade muscular de resistência (musculação) pode sim levar a um aumento do metabolismo de repouso (basal) porque aumenta o número e tamanho das fibras musculares que são verdadeiras torradeiras de calorias.
Gestão X Metabolismo
Mito: Estou grávida então meu metabolismo vale por dois e posso comer o que quiser.
Verdade: As gestantes aumentam seu metabolismo em até 28% para suprir de forma eficiente as necessidades do bebê, o que não significa poder comer o dobro sem engordar.
Tireóide X Metabolismo
Mito: Tenho problemas de tireóide e por isso meu metabolismo é lento.
Verdade: Sabe- se que apenas 3 a 5% dos casos de excesso de peso e obesidade são causados por hipotireoidismo. Além disso, mesmo que a pessoa seja portadora dessa doença, normalmente pode ser controlada sem dificuldades com o uso adequado de medicação especifica.
FONTE: http://www.saudenarede.com.br/?p=av&id=Emagrecimento:_mitos_e_verdades
Fisiologia do Exercício - Índices e conceitos relacionados a fisiologia do exercício
Consumo Máximo de Oxigênio (VO2máx.):
É a taxa máxima que o organismo de um indivíduo tem de captar e utilizar o oxigênio do ar que está inspirando para gerar trabalho.
VO2 max é diferente de VO2
VO2 refere-se ao consumo de oxigênio pelo organismo numa determinada intensidade de exercício.
Tanto VO2máx. (consumo máximo de oxigênio) como VO2 (consumo de oxigênio) podem ser expressos em:
a) l . min-1 (litros por minuto = litros de oxigênio absorvidos no espaço de tempo de 1 minuto, pode ser chamado de valor absoluto, Adams 1994).
ou
b) ml . kg -1 . min -1 (mililitros por quilograma de peso por minuto = mililitros de oxigênio absorvidos por quilograma de peso corporal no espaço de tempo de 1 minuto, pode ser chamado de valor relativo, Adams 1994)
Na literatura também encontramos essas duas expressões na seguinte forma:
l/min para expressar l . min-1
e
ml/kg/min para expressar ml . kg -1 . min-1
As expressões l . min-1 e ml . kg -1 . min -1 são consideradas cientificamente corretas.
Para se obter o VO2max relativo a partir do valor absoluto basta transformá-lo em mililitros (ML) e dividi-lo pelo peso corporal do indivíduo. Isto é, um indivíduo que pese 70 kg e possua um VO2 max absoluto de 3,5 l/min-1 terá um VO2max relativo de 50,0 ml . kg -1 . min -1.
Caso tenha o VO2max relativo em mãos e queira transformá-lo em absoluto basta multiplicá-lo pelo peso corporal.
Pergunta:
Um sujeito pesa 80 kg e tem um VO2 máximo absoluto de 3,8 min-1 , qual será o seu VO2 máximo relativo?
Resposta:
3,8 litros (l) é igual a 3.800 mililitros (ml)
3.800 ml / 80 kg / min
47,5 ml . kg -1 . min -1
O VO2max é um bom índice para que possamos classificar o nível de aptidão cardiorrespiratório, ou seja, para que possamos comparar com dados estatísticos. Todas as tabelas de classificação de aptidão física foram desenvolvidas a partir de pesquisas realizadas sobre o consumo máximo de oxigênio - VO2 Máximo.
Essa capacidade (VO2máx.) é limitada por alguns fatores, como por exemplo:
Fatores genéticos
Massa muscular
Aptidão física
Condicionamento Físico
Pode ser melhorada com o treinamento, porém dificilmente mais que 30%. Esses 30%, caso o indivíduo, antes de iniciar o programa de treinamento, seja uma pessoa destreinada. Caso já seja treinado o percentual de melhora será bem menor.
Quanto maior for o nível de condicionamento físico mais difícil será aumentar essa capacidade, em alguns casos nem é aumentada.
Por exemplo:
Enquanto um sedentário pode melhorar seu VO2 máximo em até 30%, um atleta muito bem treinado consegue melhorar seu VO2 max em muito pouco, no máximo em 5%.
Vejamos esse caso:
Se geneticamente uma pessoa destreinada de 70,0 kg de peso, tem um VO2 Max de 2,5 l/min poderá melhorar seu VO2 em 30% chegando a um VO2 de 3,25 l/min, o que dá um valor relativo de 46,4 ml/kg/min. No entanto para que ela possa estar figurando entre os melhores maratonistas do mundo necessitaria ter um VO2 de 5,0 l/min, ou seja, 70,0 ml/kg/min (média dos melhores maratonistas). Do ponto de vista do VO2 máximo, ela jamais estará entre os melhores do mundo. Isso não quer dizer que não possa completar uma maratona, mas sim que esse indivíduo dificilmente seria um campeão dessa prova.
Mesmo o consumo máximo de oxigênio não sendo aumentado é possível melhorar a performance de um indivíduo.
O VO2 máximo é o melhor índice fisiológico para classificação e triagem, no entanto o Limiar Anaeróbio se mostra mais adequado para aplicação das cargas de treinamento.
Limiar Anaeróbio:
Refere-se à intensidade de exercício onde o nível de lactato sanguíneo começa a se acumular numa velocidade mais alta do que vinha acontecendo em intensidades de exercício mais leves. A partir desse ponto a velocidade de produção de lactato ultrapassa a velocidade de remoção causando um acúmulo que vai se acentuando cada vez mais.
Existem basicamente dois Limiares:
limiar 1: representa o ponto onde a produção de lactato é aumentada, mas ainda existe um equilíbrio entre produção e remoção, as fontes aeróbias de energia continuam sendo predominantes no fornecimento de energia para a atividade;
limiar 2: representa o ponto onde a produção de lactato é aumentada desproporcionalmente ao que vinha acontecendo nas intensidades inferiores de exercício, e a fonte energética aeróbia não consegue mais manter "sozinha" (predominantemente) o fornecimento de energia, passando a necessitar de ajuda das fontes anaeróbias, que acentuam o acúmulo de lactato induzindo à fadiga precocemente.
A partir de agora quando nos referirmos ao Limiar Anaeróbio estaremos nos referindo ao Limiar 2
Até antes do limiar anaeróbio, produção e remoção de lactato estão equilibradas.
Utilizaremos nessa apostila ácido lático e lactato como sendo sinônimos, desprezaremos suas diferenças.
Em qualquer intensidade de exercício existe produção de lactato, porém em intensidades abaixo do limiar esse lactato não se acumula, pois a velocidade de remoção é igual a velocidade de produção. O lactato só vai se acumular quando a velocidade de remoção for inferior à velocidade de produção.
O Limiar Anaeróbio pode ser expresso em:
VO2: ml.kg-1.min-1;
Carga: km/h, mph, watts, kp, etc.
Frequência Cardíaca: bpm
Freqüência Cardíaca de repouso:
É o número de batimento cardíacos durante um minuto numa situação de repouso.
Peso:
Refere-se à massa corporal do avaliado
Freqüência cardíaca máxima (FC Max.):
É a maior freqüência cardíaca atingida no teste. A freqüência cardíaca máxima é atingida quando percebemos que mesmo aumentando a carga de trabalho não existe um aumento da freqüência cardíaca.
Não pode ser alterada com o treinamento físico. O único fator identificado que altera a FC Máx. é a idade. - A FC Máx. é diminuída em 1 batimento a cada ano. Portanto um indivíduo que possui sua FC Máx de 200 bpm com vinte anos de idade deverá ter sua FC Máx. 20 batimento a menos quando estiver com 40 anos de idade, ou seja 180 bpm.
Carga máxima atingida:
É a carga de trabalho mais alta atingida no teste, geralmente é considerada quando o indivíduo chega à exaustão.
Freqüência cardíaca do limiar:
É a freqüência cardíaca correspondente à intensidade de trabalho (carga de exercício) onde se verificou o limiar anaeróbio.
Diferenças:
É interessante que se faça um teste que esteja o mais próximo possível do tipo de atividade que aquela pessoa realiza ou vai realizar, pois resultados entre testes em bicicleta e em esteira são diferentes. Essas diferenças acontecem devido a dois fatores básicos: massa muscular envolvida na atividade e eficiência mecânica.
Massa muscular envolvida:
Quanto maior a massa muscular envolvida no exercício maior será a sua FC Máxima e também seu VO2 Máximo. É possível que sua FC e seu VO2 do Limiar também sejam maiores. Isso vai depender da eficiência mecânica para determinada atividade.
Eficiência Mecânica:
O teste deve ser realizado o mais próximo possível do tipo de movimento envolvido na atividade, para que seja mantida a eficiência mecânica. Por exemplo é muito pouco eficiente um nadador realizar um teste em esteira rolante com objetivo de buscar índices para treinamento ou mesmo para saber se sua aptidão física melhorou, pois a mecânica do nado é muito diferente à mecânica da corrida.
Um dos principais problemas na avaliação da condição física é o tipo de teste a ser aplicado, pois quanto mais próximos da realidade da performance daquela atleta mais difícil de se controlar as variáveis envolvidas, assim como, quanto mais conseguimos controlar as variáveis, mais distantes da performance estamos. Um bom processo de avaliação é aquele que leva em consideração esses parâmetros.
Temos dois pólos, de um lado a eficiência mecânica (performance) do outro o controle de variáveis
Quanto mais eu controlo as variáveis mais influência exerço sobre o avaliado (posso ter uma alteração sobre o resultado), assim como quanto menos influência eu exerço sobre o avaliado (também posso ter uma alteração sobre o resultado, pois tenho menos dados para analisar).
Portanto o processo de avaliação não se resume a um simples teste, seja ele o mais sofisticado possível.
O teste é uma ferramenta pela qual medimos, avaliação é a interpretação dessa medida.
Fonte: Apostila Limiar Anaeróbio - Prof. Alex
CEFISE - Centro de Estudos da Fisiologia do Esporte
www.saudeemmovimento.com.br
OS VALORES
19 maio 2010
RESISTÊNCIA CARDIOVASCULAR
FLEXIBILIDADE MUSCULAR
O grau de movimento numa articulação do corpo humano é definido como flexibilidade. O equivalente de mobilidade depende primariamente de dois fatores: (1) a estrutura anatômica da articulação; até que grau os músculos responsáveis pelo movimento daqulea articulação são capazes de expandir. A estrura óssea de uma articulação não pode ser modificada por intermédio de exercícios físicos; a expansibilidade - o grau de flexibilidade que um músculo possui - pode ser modificada. O grau de expansão muscular que um indivíduo possui, conforme indicado pela gama de movimentos numa articulação, é denominada flexibilidade muscular. Por isso, quanto maior for sua flexibilidade, melhor será o seu desempenho atlético, e esta é a razão por que jogadores de futebol, nadadores, dançarinos, tenistas e vários outros atletas praticam exercícios que visam desenvolver maior flexibilidade muscular. As pessoas que dispõem de boa flexiblilidade são menos sujeitas a rupaturas ou lacerações das fibras musculares; a ruptura de fibras musculares significa dolorosos tratamentos e longos períodos de recuperação.
FONTE: Programa Básico de Treinamento - Donald K. Mathews - Ohio Stete University/Editora Angelotti LTDA , São Paulo.
14 maio 2010
VELOCIDADE: TRABALHO NO CAMPO
- VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO - Método de repetição, circuitos de ações curtas e variadas (3 a 5 seg.) com intervalos grandes;
- VELOCIDADE DE REAÇÃO - Jogos onde era dado um determinado estímulo (visual, auditivo, bola, etc) em posição ao adversário;
- VELOCIDADE DE JOGO - Pequenos jogos, campo reduzido, limite no nº de toques e etc.
RESISTÊNCIA: TRABALHO NO CAMPO
- ESPECIAL - Circuitos com deslocamentos laterais, de costas, frente, salto, variação de velocidade, com bola,etc.
- RESISTÊNCIA AERÓBICA - Método Intervalado intensivo, com tiros curtos de alta intensidade, ex. 5x1000m,etc.
- RESISTÊNCIA ANAERÓBICA - Juntamente com a resistência aeróbica, trabalhando forma mista;
- RESISTÊNCIA DE JOGO - Pequenos jogos com ações interligadas, ex. ao tocar a bola deslocar-se até um cone e voltar para o jogo, etc.
FORÇA: TRABALHO NA SALA DE MUSCULAÇÃO
- RESISTÊNCIA DE FORÇA - 3 a 5 séries de 15 a 20 repetições (carga moderada e velocidade de execução baixa);
- FORÇA MÁXIMA - 2 série até a exaustão (carga alta e velocidade de execução moderada);
- POTÊNCIA MUSCULAR - 1 série de 8 a10 repetições (carga alta e velocidade de execução alta);
- FORÇA DE SPRINT - reboques (elásticos), no campo.


